Montaria em touro
(Bull Riding)
Na mais popular prova de rodeio, a montaria em touro exige que o
cavaleiro permaneça oito segundos montado agarrado a uma corda
americana que envolve o tórax do animal e não tocar em nada com
a outra mão, que fica livre. |
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Cutiano (Montaria em
cavalo)
Estilo rústico de montar genuinamente brasileiro. Caracteriza-se
pela falta de apoio do peão, que segura apenas duas cordas
amarradas à peiteira do cavalo. |
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Laço em dupla (Team
Roping)
Dois cavaleiros devem laçar um bezerro de aproximadamente 200
quilos no menor tempo possível. O bezerro deve ser laçado pelos
chifres ou pelo pescoço, a corda precisa ser presa na sela e
esticada para derrubar o animal, que tem duas patas amarradas
pelo laçador peseiro.
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Laço em Bezerro
Durante a prova o laçador sai do boxe depois que o bezerro rompe
a barreira, laça o animal, desce do cavalo e derruba o bezerro
amarrando-o por três patas e levanta os dois braços sinalizando
o final da prova. Vence quem faz o prova em menor tempo.
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Três Tambores (Barel
Racing)
Prova exclusiva para mulheres. A amazona deve contornar cada um
dos três tambores - em manobras de 360º - dispostos no formato
de um triângulo e retornar ao ponto de partida.
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Bulldogging
É a prova de maior velocidade do rodeio. Dois cavaleiros
posicionados em lados opostos do brete de saída do bezerro
devem correr em paralelo ao animal depois que ele romper a
barreira. O cavaleiro da direita conduz o animal enquanto o
bulldogueiro desce do cavalo em movimento e derruba o
bezerro pelos chifres. |
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Sela Americana (Saddle Bronc)
Criada em 1929, é o estilo de montar cavalos chucros mais antigo
do rodeio americano. O cavalo é arriado com sela sem pito e sem
baixeiro, onde o cavaleiro deve permanecer por, no mínimo, oito
segundos esporeando o animal agarrado somente com uma das mãos
uma corda arada ao cabresto.
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Bareback
Montaria no pêlo em cavalo. No primeiro pulo o cavaleiro espora
o animal no pescoço e, em seguida ele puxa as esporas, fazendo
com que as pernas alcancem a alça do “barreback” posicionada na
cernelha do animal. É nesta alça que o cavaleiro segura com a
mão de apoio. Não há o uso do estribo.
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